Estima-se que três caçadores foram devorados por uma manada de leões em uma reserva na África do Sul. Os caçadores furtivos entraram nesta reserva de Sibuya, acompanhados por um rifle de caça e um machado.

Um dia depois de entrarem na reserva, seus corpos mutilados apareceram. O pessoal de segurança descobriu os cadáveres em uma área habitada por uma manada de leões, o que facilitou a investigação.

O dono da reserva explicou o que aconteceu e disse: “Os corpos foram encontrados no meio de uma manada de leões, que não deu a menor chance de reação aos caçadores”.

Por sua parte, o proprietário da reserva privada mencionou: “Devido aos calçados e objetos encontrados no recinto, suspeita-se que dois ou até três caçadores foram devorados por esta manada. Os restos mortais dos falecidos estavam espalhados em uma área muito grande, o que tornava mais difícil inspecionar o local e coletar provas”.

Nick Fox, o proprietário da reserva, comentou: “A julgar pelos sapatos e objetos encontrados na área, eu suspeito que dois ou talvez três (caçadores ilegais) morreram. Os restos foram espalhados por uma área muito grande, tornando difícil rastrear o local e reunir todas as evidências.”

A África do Sul tem mais de 20.000 rinocerontes, o que equivale a 80% desta espécie na África. Deve-se notar que, desde 2012, já foram registrados mais de 1.000 mortes de rinocerontes por caçadores, levando seus chifres para o comércio dos mercados em toda a Ásia.

Um verdadeiros absurdo, assim como o registrado recentemente, onde um homem pagou 110 mil dólares para matar um animal em risco eminente de extinção

Este homem nascido nos Estados Unidos matou o animal na área do Himalaia. E sua foto provocou muita controvérsia, tristeza e indignação nas redes sociais.

Seu nome é Bryan Kinsel Harlan, nascido no Texas, e está no centro das atenções depois de assassinar um cabrito montês, da espécie Astor Makhor. Uma bela espécie que infelizmente está em perigo de extinção.

Fonte: Fiquesabendo